Aula Rejane 2 - 14/3/2016
- O curso e seu trabalho
Esta é a aula que talvez eu tenha menos lembranças sobre, felizmente tenho algumas anotações para me salvar. Até onde me lembro, e seguindo todas minhas colas, foi neste dia que tivemos a presença de Maria das Graças Chagas, que é alguém bem importante no curso (eu devia ter anotado sobre isso...). Ela citou uma tal de rede de apoio ao estudante, dizendo que caso tivessemos algum problema, poderíamos procurá-la e essa rede nos ajudaria, fosse com horários da faculdade, fosse com problemas mais pessoais. Interessante (...), eu acho (...).
Partindo pra parte mais interessante da aula (e também maluca, para dizer o mínimo): Rejane e seus trabalhos.
- Em um primeiro momento, eu estava empolgado. Ela falou de um tal de LAE (eu sei lá o que significa, deve ser Laboratório de Alguma Esquisitice, ou algo similar).
- Ela, então, começou a falar de uns projetos interessantes (esquisitos) que já existiam, como Botanicalls, Less Crying, Mr. Smilit, Aromapoetry e Soft Tactile (explico melhor no decorrer da postagem)
- *Doidera total sobre esses projetos*
- Chegamos nos que a própria Rejane (e/ou o LAE) fez, e acho que a partir de agora vou parar com os tópicos.
1. Botanicalls
"Plantas ligam para os donos quando precisam ser regadas" (mas que p...?)

2. Less Crying
Aparentemente, há um aparelho que se bota na terra onde a planta está que mede a humidade do solo. Quando o solo está seco, uma mensagem é mandada para o celular do dono da planta com os dizeres "Me regue por favor". Mas como que a planta manda a mensagem? (Não) é simples: os dados coletados pelos sensores são enviados para o aparelho da Botanicalls, que traduz a informação sobre o solo e usa a internet para mandá-las para o Twitter, que notifica o dono da planta que ela precisa de água. (haja paciência para conectar tudo isso!).
Conclusão: Sinceramente, se você não é capaz de se lembrar que deve regar uma planta, acho que não devería ter uma pra começo de conversa.
Conclusão: Sinceramente, se você não é capaz de se lembrar que deve regar uma planta, acho que não devería ter uma pra começo de conversa.

2. Less Crying
"Aparelho que interpreta o choro do bebê"
Não achei muito sobre este aqui, mas achei um parecido, conhecido como "Why Cry?". Pelo que parece, é um dispositivo que foi programado para interpretar o choro: foram feitos estudos de campo para coletar choro de bebês de várias etnias, gravaram os sons dos choros, analizaram os sons para identificar padrões e, por fim, desenvolveram o software que decifra o choro em tempo real.
Esse trequinho pode ser comprado por $85.99 na Amazon. Nem é caro pra caramba (sarcasmo).
Conclusão: Acho que isso ajuda bastante as mães e pais na hora de entender o choro da criança, mas vamos combinar: não faz parte de ser mãe/pai entender o próprio filho? Deixar um aparelho como esse fazer o trabalho talvez distancie mais a família, não? Pensem a respeito.
3.Mr. Smilit
"Brinquedo que chora ao ouvir a criança chorando"
É o que é: um coelho de brinquedo que imita o choro da criança quando a mesma chorar. Isso causa um sentimento de pena na criança, que a faz parar de chorar para ajudar o amiguinho de pelúcia e plástico.
Conclusão: criativo, mas não sei se resolve o motivo que a criança tem para chorar, e até quando que esse brinquedo funciona? Se fosse comigo, eu me cansava logo logo.
4. Aromapoetry
"Poema com cheiro"
Acho que eu já havia ouvido falar dessa loucura. É um livro de poesia que tem cheiro nas páginas, e vem com refil! É um livro para ser lido com o nariz.
Éh...tem uma química meio assustadora no meio desse livro...os cheiros são moléculas que se bota nas páginas, e estas estão envoltas por uma fina camada de vidro poroso (evita que todas as moléculas se desfaçam rapidamente, fazendo o cheiro durar mais). O vidro tem 200 nanômetros de espessura (eu sei lá quanto isso é, mas é beeem fininho). Ah! E também foi desenvolvido pelo brasileiro Eduardo Kac.
Conclusão: juntaram química com literatura. Mais lágrimas. Mas nota 20 pela criatividade, revolucionou a poesia e trouxe mais um sentido, além da visão, ao seu encontro. Sinceramente, eu tenho tanto para dizer sobre quão fascinante a ideia é, que acho que acabo por não conseguir falar nada. Alguém já imaginou criar um livro de poesias que ao invés de poemas, você lê cheiros? Eu jamais pensaria isso!
5. Soft Tactile
Este de fato tenho poucas anotações, felizmente me lembro de um vídeo que Rejane nos mostrou. É uma mesa formada por um papel/tecido extendido que tem um projetor na parte de baixo, projetando pontinhos luminosos na superfície do tecido. Quando algo toca nessa superfície, distorcendo sua planície, os pontos luminosos se convergem em tal região, como sofressem efeito da distorção do papel por serem objetos físicos, e não projeções.
Este tem bastante potencial. É uma imitação da física do mundo real, mas misturada com projeções/ o mundo virtual. É como se fosse uma "touch screen mole". Nem consigo imaginar o que poderia ser feito a partir disso, menos ainda o que não poderia.
Fontes:
https://www.botanicalls.com/
Conclusão: Acho que isso ajuda bastante as mães e pais na hora de entender o choro da criança, mas vamos combinar: não faz parte de ser mãe/pai entender o próprio filho? Deixar um aparelho como esse fazer o trabalho talvez distancie mais a família, não? Pensem a respeito.
3.Mr. Smilit
"Brinquedo que chora ao ouvir a criança chorando"
É o que é: um coelho de brinquedo que imita o choro da criança quando a mesma chorar. Isso causa um sentimento de pena na criança, que a faz parar de chorar para ajudar o amiguinho de pelúcia e plástico.
Conclusão: criativo, mas não sei se resolve o motivo que a criança tem para chorar, e até quando que esse brinquedo funciona? Se fosse comigo, eu me cansava logo logo.
4. Aromapoetry
"Poema com cheiro"
Acho que eu já havia ouvido falar dessa loucura. É um livro de poesia que tem cheiro nas páginas, e vem com refil! É um livro para ser lido com o nariz.
Éh...tem uma química meio assustadora no meio desse livro...os cheiros são moléculas que se bota nas páginas, e estas estão envoltas por uma fina camada de vidro poroso (evita que todas as moléculas se desfaçam rapidamente, fazendo o cheiro durar mais). O vidro tem 200 nanômetros de espessura (eu sei lá quanto isso é, mas é beeem fininho). Ah! E também foi desenvolvido pelo brasileiro Eduardo Kac.
Conclusão: juntaram química com literatura. Mais lágrimas. Mas nota 20 pela criatividade, revolucionou a poesia e trouxe mais um sentido, além da visão, ao seu encontro. Sinceramente, eu tenho tanto para dizer sobre quão fascinante a ideia é, que acho que acabo por não conseguir falar nada. Alguém já imaginou criar um livro de poesias que ao invés de poemas, você lê cheiros? Eu jamais pensaria isso!
5. Soft Tactile
Este de fato tenho poucas anotações, felizmente me lembro de um vídeo que Rejane nos mostrou. É uma mesa formada por um papel/tecido extendido que tem um projetor na parte de baixo, projetando pontinhos luminosos na superfície do tecido. Quando algo toca nessa superfície, distorcendo sua planície, os pontos luminosos se convergem em tal região, como sofressem efeito da distorção do papel por serem objetos físicos, e não projeções.
Este tem bastante potencial. É uma imitação da física do mundo real, mas misturada com projeções/ o mundo virtual. É como se fosse uma "touch screen mole". Nem consigo imaginar o que poderia ser feito a partir disso, menos ainda o que não poderia.
A aula foi extremamente rica, e isso que nem falei dos projetos da Rejane... como "Siggraph", "Netizens net-fringers e outsiders", "Do que você tem fome?","tecnologias móveis e ubiquidade","Contra o tabagismo"(embalagem do maço de cigarro),"Pimar","Realidade aumentada","Games & Interatividade no ensino" e "Sentidos do Nascer". Alguns foram tratados em outra aula, então tratarei com mais detalhes em outra postagem, caso ache necesário. No geral, além de ter descoberto o que ubiquidade significa (qualidade do que está ou pode estar em muitos lugares ao mesmo tempo ou quase ao mesmo tempo, segundo Michaelis), fiquei maravilhado em conhecer uma das pessoas que participaram na confecção de algo que eventualmente se vê, como o maço de cigarro.
Fontes:
https://www.botanicalls.com/
http://www.why-cry.com/
http://www.michikonitta.co.uk/1_mrsmilit.html
http://www.ekac.org/aromapoetry.html
http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/definicao/ubiquidade%20_1061441.html
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